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Um pouquinho do trabalho do Grupo Vocal Espírita Joanna de Ângelis de Volta Redonda/RJ. Aqui você encontrará nossa agenda, cifras das músicas e imagens de nossas apresentações. Neste espaço você também encontrará a divulgação de eventos Espíritas e textos sobre a Arte Espírita.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Encontramos o texto que inspirou nossa música ORAÇÃO DO AMANHECER
SENHOR,
No silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-Te a paz, a sabedoria, a força.
Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente,
compreensivo, manso e prudente, ver além das aparências teus filhos como
Tu mesmo os vês, e assim não ver senão o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos a toda calúnia.
Guarda minha língua de toda maldade.
Que só de bênçãos se encha meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos se chegarem a mim sintam a Tua presença.
Reveste-me de Tua beleza, Senhor, e que no decurso deste dia, eu Te revele a todos.
Irmão Anthony
(Psicografado por Zita Marques Moreira de Souza, em Piquete-SP.) - Página constante da Agenda Renascer 2003, publicação da Editora EME
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Nós do GVEJA estamos aguardando ansiosamente pelo II ENARTECAP. Ano passado foi maravilhoso... um pedacinhos do "céu" na Terra... pudemos sentir a presença dos amigos espirituais ligados à Arte e trocar experiências com novos amigos. Sem falar que revemos os amigos de Cachoeira Paulista que moram em nosso coração!
Vejam as fotos do I ENARTECAP (julho de 2011)
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| Júnior Vidal |
| Nossa apresentação no Asilo |
| Café da manhã |
| Café da manhã |
| Ariovaldo |
| Apresentaçaõ dos trabalhos das Oficinas |
| André Luiz e João Luiz... nem precisa dizer que são irmãos rsss |
| Chegando com tudo rsss literalmente |
| Nossa apresentação no Centro |
| Miguel fez 3 aninhos lá... |
| Aguardando o teatro dos "Amigos da Luz" e apresentação da banda Anima |
| Banda Anima |
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Música Espírita
(...)
A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é rec onhec ida por todo o mundo; mas a razão dessa influência é geralmente ignorada. Sua razão está inteiramente neste fato: que a harmonia coloca a alma sob a força de um sentimento que a desmaterializa. Este sentimento existe em um certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado. Aquele que está privado desse sentimento, a ele é levado gradativamente: acaba, ele também, por se deixar penetrar e se deixar arrastar no mundo ideal onde esquece, por um instante, os grosseiros prazeres que prefere à divina harmonia.
E agora, se se considera que a harmonia sai do concerto do Espírito, disso se deduzirá que se a música exerce uma feliz influência sobre a alma, a alma, que a concebe, exerce também uma influência sobre a música. A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu a harmonia, produzirá obras- primas capazes de penetrar as almas mais blindadas e comovê- las. Se o compositor é terra-a-terra, como representará a virtude que ele desdenha, o belo que ignora e o grande que não compreende? Suas composições serão o reflexo de seus gostos sensuais, de sua leviandade, de sua indiferença. Elas serão ora licenciosas e ora obscenas, ora cômicas, ora burlescas; comunicarão aos ouvintes os sentimentos que exprimirão e pervertê- los- ão ao invés de melhorá- los.
O Espiritismo, moralizando os homens, exercerá, pois, uma grande influência sobre a música. Produzirá mais compositores virtuosos, que comunicarão as suas virtudes fazendo ouvir as suas composições.
Rir- se- á menos, chorar- se- á mais; a hilaridade dará lugar à emoção, a fealdade dará lugar à beleza e o cômico à grandiosidade.
Por outro lado, os ouvintes que o Espiritismo terá disposto para receberem facilmente a harmonia, apreciarão, na audição da música séria, um encanto verdadeiro; desdenharão a música frívola e licenciosa que se apodera das massas. Quando o grotesco e o obsceno forem abandonados pelo belo e pelo bem, os compositores dessa ordem desaparecerão; porque, sem ouvintes, nada ganharão, e é para ganhar que eles se sujam.
Oh! sim, o Espiritismo terá influência sobre a música! Como isso seria de outro modo? Seu advento mudará a arte, depurando- a. Sua fonte é divina, sua força a conduzirá por toda a parte onde haja homens para amar, para se elevar e para c ompreender. T ornar- se- á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas, pedir-lhe-ão as suas inspirações, e ele as fornecerá, porque é rico, é inesgotável.
O Espírito do maestro Rossini, numa nova existência, retornará para continuar a arte que considera como a primeira de todas; o Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.
A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é rec onhec ida por todo o mundo; mas a razão dessa influência é geralmente ignorada. Sua razão está inteiramente neste fato: que a harmonia coloca a alma sob a força de um sentimento que a desmaterializa. Este sentimento existe em um certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado. Aquele que está privado desse sentimento, a ele é levado gradativamente: acaba, ele também, por se deixar penetrar e se deixar arrastar no mundo ideal onde esquece, por um instante, os grosseiros prazeres que prefere à divina harmonia.
E agora, se se considera que a harmonia sai do concerto do Espírito, disso se deduzirá que se a música exerce uma feliz influência sobre a alma, a alma, que a concebe, exerce também uma influência sobre a música. A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu a harmonia, produzirá obras- primas capazes de penetrar as almas mais blindadas e comovê- las. Se o compositor é terra-a-terra, como representará a virtude que ele desdenha, o belo que ignora e o grande que não compreende? Suas composições serão o reflexo de seus gostos sensuais, de sua leviandade, de sua indiferença. Elas serão ora licenciosas e ora obscenas, ora cômicas, ora burlescas; comunicarão aos ouvintes os sentimentos que exprimirão e pervertê- los- ão ao invés de melhorá- los.
O Espiritismo, moralizando os homens, exercerá, pois, uma grande influência sobre a música. Produzirá mais compositores virtuosos, que comunicarão as suas virtudes fazendo ouvir as suas composições.
Rir- se- á menos, chorar- se- á mais; a hilaridade dará lugar à emoção, a fealdade dará lugar à beleza e o cômico à grandiosidade.
Por outro lado, os ouvintes que o Espiritismo terá disposto para receberem facilmente a harmonia, apreciarão, na audição da música séria, um encanto verdadeiro; desdenharão a música frívola e licenciosa que se apodera das massas. Quando o grotesco e o obsceno forem abandonados pelo belo e pelo bem, os compositores dessa ordem desaparecerão; porque, sem ouvintes, nada ganharão, e é para ganhar que eles se sujam.
Oh! sim, o Espiritismo terá influência sobre a música! Como isso seria de outro modo? Seu advento mudará a arte, depurando- a. Sua fonte é divina, sua força a conduzirá por toda a parte onde haja homens para amar, para se elevar e para c ompreender. T ornar- se- á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas, pedir-lhe-ão as suas inspirações, e ele as fornecerá, porque é rico, é inesgotável.
O Espírito do maestro Rossini, numa nova existência, retornará para continuar a arte que considera como a primeira de todas; o Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.
ROSSINI. (Médium, Sr. Nivart - livro Obras Póstumas - Allan Kardec )
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Visita fraterna
Uma das atividades que o Grupo Vocal Espírita Joanna de Ângelis realiza são as visitas fraternas. Neste trabalho, nós cantamos para aqueles que não podem ir ao Centro receber as vibrações do passe magnético, da música elevada e das palavras do Evangelho de Jesus... seja acamados, idosos, pessoas com depressão, estados obssessivos, entre tantos outros motivos.
Hoje em especial vistamos uma senhora de 90 anos. Dona Maria, tia de uma das componentes do Grupo e antiga vizinha minha e de minha irmã. Dona Maria por longos anos esteve a frente de um centro de Umbanda e prestou muita caridade à muita gente ao longo de seu compromisso com o Cristo.
Para nós do GVEJA foi um momento maravilhoso. Dona Maria com toda sua sabedoria e sua vibração de suavidade e paz nos deu mais do que recebeu.
Obrigado Mestre Jesus e querida Joanna de Ângelis por oportunidades grandiosas como essa!
| O GVEJA numa atividade que só dá alegria! |
| Shirley num abraço carinhoso com sua tia Maria |
| Eu aproveitando pra tirar uma "casquinha" da D. Maria. |
| Um espírito com muita sabedoria pra nos ensinar. |
| A alegria de estar com a D. Maria |
| Registrando este momento tão grandiso pra gente! |
| Todo mundo quiz tirar uma "casquinha" da D. Maria |
| Tirando uma casquinha da D. Maria... quem ia perder? |
domingo, 6 de maio de 2012
Maledicência
pelo espírito de
Joanna de Ângelis
Médium: Divaldo Franco
Livro: Lampadário
Espírita
Espinho cruel a ferir indistintamente é a palavra de quem acusa;
cáustico e corrosivo é o verbo na boca de quem relaciona defeitos;
veneno perigoso é a expressão condenatória a vibrar nos lábios de
quem malsina; lama pútrida, trescalando fétido, é a vibração sonora
no aparelho vocal de quem censura; borralho escuro, ocultando a
verdade, é a maledicência destrutiva.
A
maledicência é cultura de inutilidade em solo apodrecido.
Maldizer significa destruir.
A
verdade é como claro sol. A maledicência é nuvem escura. No entanto,
é invariável a vitória da luz sobre a treva.
O
maledicente é atormentado que se debate nas lavas da própria
inferioridade. Tem a visão tomada e tudo vê através das pesadas
lentes que carrega.
A
palavra malsinante nasce discreta, muitas vezes, para incendiar-se
perigosa, logo mais, culminando na calúnia devastadora.
Não
há desejo de ajudar quando se censura. Ninguém ajuda condenando.
Não
há socorro se, a pretexto de auxílio, se exibem as feridas alheias à
indiferença de quem escuta.
Quanto possível, extingue esse monstro da paz alheia e da tua
serenidade, que tenta dominar-te a vida.
Caridade é bênção sublime a desdobrar-se em silencioso socorro.
Volta as armas da tua oração e vigilância contra a praga da
maledicência aparentemente ingênua, mas que destrói toda a região
por onde prolifera.
Recusa a taça venenosa que a observação da impiedade coloca à tua
frente.
Desculpa o erro dos outros.
É
muito mais fácil informar-se erradamente do que atingir-se o fulcro
da observação exata.
As
aparências não expressam realidades.
A
forma oculta o conteúdo. Ninguém pode julgar pelo exterior.
Quando vier a tentação de acusar e apontar defeitos, lembra-te das
próprias necessidades e limitações e, fazendo todo o bem possível ao
teu alcance, avança na firme resolução de amar, e despertarás, além
das sombras da carne por onde segues, num roteiro abençoado onde os
corações felizes e livres buscam a Vida Verdadeira.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Angústia e Paz
Autor: Joanna de Ângelis
Previne-te contra a angústia.
Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrastante a estado perturbador.
Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.
Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.
Isto que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.
Isso que aflora com freqüência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.
Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.
A angústia possui gêneses várias.
Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.
Realmente não há motivos que justifiquem os estados de angústia.
A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações.
Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito.
Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas.
Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.
Fomenta a paz, que é o antídoto da angústia.
Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.
Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.
A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração.
Jamais duvide do amor de Deus.
Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.
Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.
Psicografia de Divaldo Franco
Autor: Joanna de Ângelis
Previne-te contra a angústia.
Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrastante a estado perturbador.
Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.
Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.
Isto que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.
Isso que aflora com freqüência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.
Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.
A angústia possui gêneses várias.
Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.
Realmente não há motivos que justifiquem os estados de angústia.
A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações.
Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito.
Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas.
Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.
Fomenta a paz, que é o antídoto da angústia.
Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.
Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.
A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração.
Jamais duvide do amor de Deus.
Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.
Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.
Psicografia de Divaldo Franco
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